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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Desencarnação: A Causa da Morte


A causa da morte está na exaustão dos órgãos. O conceito de morte vigente hoje no meio científico internacional, é o da “ausência de atividade elétrica cerebral”. Ao lado de alguns sinais de fácil identificação, a ausência de atividade cerebral determinada pelo eletroencefalograma, confirma o diagnóstico de morte física, mesmo que o coração continue em funcionamento a custa de aparelhos específicos. Bezerra de Menezes [Entrevistas] nos diz que o eletroencefalograma é o processo através do que podemos assinalar a desencarnação.

No entanto, em muitas oportunidades, esta exaustão do corpo físico será precedida por uma deterioração do fluido vital que o animaliza.

A morte nos seres orgânicos pode ocorrer de duas formas:

O empobrecimento do tônus vital iria desarticular as células do veículo físico, surgindo daí a doença e posteriormente, a morte. Seria o processo observado como mais freqüência nas mortes naturais;

A destruição direta do veículo físico sem desintegração do fluido vital prévia, mortes trágicas (como acidentes, homicídio, suicídio)

Quadro - Mecanismo da morte
_____________________________
Mortes Naturais
=>
Deterioração do fluido vital
=>
Exaustão do corpo físico
=>
Desligamento do Espírito
_____________________________
Mortes Trágicas
=>
Destruição do corpo físico
=>
Desligamento do Espírito
_____________________________

No primeiro caso, o corpo enfermo não estaria em condições de participar da renovação do fluido vital adulterado, o que completaria o circuito de forças enfermiças.

No segundo caso, a morte alcançaria os órgãos impregnados de fluidos vitais sadios, o que poderia criar dificuldades na readaptação do desencarnante à sua nova vida, já que o fluido vital é exclusivo dos encarnados. Nesta eventualidade (mortes trágicas), sabemos que o sofrimento que acompanha o desencarnante é diretamente proporcional à culpabilidade da vítima naquele acidente. Nos casos em que o Espírito não foi responsável (consciente ou inconsciente) pelo seu desencarne, o fluido vital restante sofreria uma “queima rápida” o que liberaria o Espírito dessas energias impróprias para a vida espiritual. Nos casos de suicídio direto ou indireto, as faixas de fluido vital estariam aderidas ao corpo espiritual do desencarnante, gerando dificuldades a sua readaptação à vida na erraticidade.

Fonte: http://bvespirita.com

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“Os guerreiros se preparam para serem conscientes, e a total consciência vem a eles somente quando não há mais nenhuma auto-importância restando neles. Somente quando eles são nada é que eles se tornam tudo.” Carlos Castaneda